Dia da Terra é na Gulbenkian

A Gulbenkian está a preparar um dia muito privativo no próximo término de semana. É já no dia 23 de abril, sábado, que vamos festejar juntos o Dia da Terra (festejado internacionalmente a 22 de abril), recordando que a Terra e os seus ecossistemas nos oferecem vida e sustento e que temos a responsabilidade de estimá-los. Por isso, a Instauração Calouste Gulbenkian preparou todo um programa – variado e para todas as idades – para refletir sobre os desafios relacionados com o bem-estar do planeta e a vida que ele suporta, sobre cidadania global, comunidades sustentáveis, e sobre instrução, porque ela é o firmamento de uma sociedade responsável, justa e sustentável.

©Gonçalo Bojo

O que vai intercorrer?
As possibilidades são muitas e variadas. Por exemplo, os participantes da oficina de pintura coletiva estão convidados e fazer nascer um “Puzzle gigante” (+6 anos; 10:00–16:15, várias sessões) na clareira do jardim. Cada um fará o seu papel e, peça a peça, encaixando cada imagem no sítio perceptível, porquê num puzzle, chegaremos a uma imagem coletiva que nos fará desvendar uma paisagem familiar.

©Rodrigo de Souza

Famílias com crianças também serão bem-vindas na zona de floresta do jardim, onde vai intercorrer a oficina criativa “O tanino – impressão de folhas em tecido” (+6 anos, 10:00–16:30, várias sessões). Depois de desvendar quais são as vegetação que possuem tanino (o princípio corante que nos permite obter cores-sombra sobre tecidos de fibras celulósicas), vamos exarar folhas em sacos personalizados. Uma forma de aprender e levar uma recordação do Jardim Gulbenkian para mansão.

©Mário Rainha Campos

As famílias estão também convidadas a presenciar, no Auditório 3 do Prédio Sede, ao filme “O Bosque: Uma Aventura Vegetal” (+ 5 anos; 10:30-11:30), geração original de Fernando Mota, Mário Rainha Campos e Margarida Botelho e a participar numa conversa sobre arte, natureza e memória com os artistas.

©Rodrigo de Souza

O oceano —  temática da exposição “Hugo Canoilas. Moldada na Escuridão” —  também terá um papel de destaque neste Dia da Terra, com a oficina de artes performativas “Soar, sonar… só mar” (5-10 anos; 11:00−15:45, várias sessões), vamos ouvir o murmúrio das rochas, o sussurro das ondas, o som das profundezas do mar, na Galeria de Exposições Temporárias do Museu.

©Gonçalo Bojo
©Gonçalo Bojo

A não perder são também as sessões de “Contos da Terra” no Jardim. Os contadores de histórias Ana Sofia Paiva e António Fontinha, vão mostrar-nos porquê através dos contos podemos respeitar e até entender alguns segredos da natureza (+3 anos; 11:00−15:00, várias sessões). Já José Craveiro irá guiar-nos pelas vegetação das histórias e cantigas que marcam as nossas tradições orais (+6 anos; 16:00−16:30).   

Quem gosta de escorço pode ainda juntar-se ao encontro de urban sketchers no Jardim e testar o escorço porquê forma de reparo atenta, reflexão e até reflexão sobre a veras observada. Esta sessão de “Garden sketching” (todas as idades; 14:30−17:00) será também um momento de encontro e partilha entre verdadeiros especialistas do escorço e talentos por revelar.

Os planos para nascente dia estão longe de terminar: há ainda conversas sobre sustentabilidade com jovens ativistas. Nestes “Encontros da sustentabilidade” (+10 anos; 15:30−17:00 ), vamos aproveitar a vaga de ativismo ecológico que tem marcado as novas gerações e saber alguns jovens muito diferentes, mas que no seu trabalho e na sua vida partilham a urgência de promover uma sociedade mais justa, inclusiva e consciente do impacto humano no meio envolvente.

©Gonçalo Bojo

Para aproveitar a golden hour, não há melhor opção do que um “Baile ao pôr do sol” (todas as idades; 17:00-18:30)! Esta oficina de danças do mundo será uma verdadeira viagem dançante para explorar os ritmos e movimentos de países porquê Espanha, Cabo Virente, México, Índia ou Japão.

©Gonçalo Bojo

Para fechar nascente dia tão preenchido, estão todos convidados a presenciar ao “Concerto para uma árvore” (+3 anos; 18:30-19:00). Um concerto de Fernando Mota onde a Hárvore – instrumento músico construído a partir de um ramo de roble e outros materiais – será a porta para uma experiência músico que nos levará a revisitar a venustidade e a imensidão da natureza na expectativa de regressarmos com o espírito renovado! Se quiserem muito presenciar a nascente concerto, os bilhetes já estão à venda!

No caso das atividades gratuitas, o levantamento de bilhetes pode ser feito no próprio dia, nas bilheteiras da Instauração Calouste Gulbenkian, a partir das 09:00. Ver condições em cada atividade.  

Informações atualizadas AQUI.

* Um teor patrocinado é um texto escrito por uma empresa ou marca, e não por jornalistas

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